segunda-feira, 31 de maio de 2010

MÊS MARIANO EM UMARIZAL


HOJE NA PAROQUIA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS TODO O POVO DE DEUS ENCERRA A CAMINHA DE UM MÊS, DE FÉ E DEVOÇÃO A MARIA NO TRADICIONAL 31 DE MAIO QUE CONTA COM A SEGUINTE PROGRAMAÇÃO
AS 18:30 hs PROCISSÃO SAINDO DO VELÓRIO
19;00 hs MISSA NA IGREJA MATRIZ
20:00 hs JANTAR COMUNITÁRIO E BINGO
A TODOS QUE DEVOTARAM SUA FÉ NESTE MÊS, QUE DEUS ABENÇOE

PALAVRAS DO PAPA


CIDADE DO VATICANO, 30 MAI (ANSA) - O papa Bento XVI exortou hoje os católicos para que as vozes de suas consciências permaneçam fieis ao Evangelho "até o último suspiro", e comentou a visita que fará a Chipre entre os dias 4 e 6 de junho.

"Caros amigos, façamos nossa oração de Santo Hilário de Poitiers: 'conserva incontaminada esta fé reta que há em mim e, até meu último suspiro, dê-me igualmente esta voz da minha consciência, a fim de que permaneça fiel para sempre àquilo que professei na minha regeneração, quando fui batizado no Pai, no Filho e no Espírito Santo'", citou o Pontífice.

O religioso lembrado por Bento XVI nasceu no início do século IV e, tendo crescido em um ambiente pouco cristão, foi batizado anos mais tarde. Posteriormente, Santo Hilário foi nomeado bispo de Poitiers, na França, onde dedicou a vida à defesa da fé na divindade de Cristo.

Após a celebração do Angelus na Praça de São Pedro, Bento XVI invocou para todo o povo de Chipre -- onde até hoje tropas turcas estão presentes na parte norte do país -- "paz e prosperidade".

Ao falar da iminente viagem do próximo final de semana, durante a saudação aos peregrinos feita em inglês, o Papa explicou que irá à ilha para "se encontrar e rezar com os fieis católicos e ortodoxos locais e entregar o Instrumentum laboris [documento de trabalho] da Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos".

"Peço a vocês orações pela paz e a prosperidade de todo o povo de Chipre, como também para a preparação da assembleia especial", que ocorre em outubro no Vaticano, declarou o líder máximo da Igreja Católica.

Ainda na manhã de hoje, Bento XVI celebrou a beatificação da italiana Maria Pierina de Micheli (1890-1945), religiosa da Congregação das Filhas da Imaculada Conceição de Buenos Aires. A solenidade foi presidida pelo prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Angelo Amato.

domingo, 23 de maio de 2010

ESTOU DE VOLTA

OLÁ AMIGOS, IRMÃOS E IRMÃS DEPOIS DE MUITO TEMPO, SE FAZER POSTAGENS VENHO, VOLTEI PARA TRAZER NOVIDADES E EVANGELIZAR ATRAVÉS DO BLOG, MINHAS DESCULPAS AOS SEGUIDORES E ESTOU DE VOLTA

A FESTA DE PENTECOSTES


Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.

A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16).

No Novo Testamento, o Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.

Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.

Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

terça-feira, 9 de março de 2010

SAIBA MAIS


A história da Igreja Católica cobre um período de aproximadamente dois mil anos,[1] e relata os eventos de uma das mais antigas instituições religiosas em atividade, influindo no mundo em aspectos espirituais, religiosos, morais, políticos e sócio-culturais. A história da Igreja Católica é integrante à História do Cristianismo e a história da civilização ocidental..[2]
A Igreja Católica acredita que ela "está na História, mas ao mesmo tempo transcende. É unicamente "com os olhos da Fé" que se pode enxergar em sua realidade visível, ao mesmo tempo,uma realidade espiritual, portadora de vida divina"A Igreja Católica, chamada também de Igreja Católica Romana [1] e Igreja Católica Apostólica Romana [2], é uma Igreja cristã com aproximadamente dois mil anos[3], colocada sob a autoridade suprema do Papa, Bispo de Roma e sucessor do apóstolo Pedro. Seu objectivo é a conversão ao ensinamento e à pessoa de Jesus Cristo em vista do Reino de Deus. Para este fim, ela administra os sacramentos e prega o Evangelho de Jesus Cristo.[4] Atua em programas sociais e instituições em todo o mundo, incluindo escolas, universidades, hospitais e abrigos, bem como administra outras instituições de caridade, que ajudam famílias, pobres, idosos e doentes.

PASTORAL DA SAUDE



É seguindo os passos de Jesus Cristo que a Pastoral da Saúde descobre o seu lugar e importância na sociedade. A vida é o dom mais precioso com que Deus agraciou o ser humano. Proteger a vida é uma missão sagrada de todos.

A Pastoral da Saúde, de acordo com as diretrizes da CNBB, é a ação evangelizadora de todo o povo de Deus, comprometido a defender, promover, preservar, cuidar e celebrar a vida, tornando presente na sociedade de hoje a missão libertadora de Cristo no mundo da saúde.

OBJETIVO

A razão da Pastoral da Saúde está no fato de que ela existe “para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (cf. Jo 10,10). É sua missão evangelizar com renovador ardor o mundo da saúde, à luz da opção preferencial pelos pobres e enfermos, participando da construção de uma sociedade justa e solidária a serviço da vida.A Pastoral da Saúde, numa sociedade preocupada com o ter e o poder, onde a saúde é vista como mercadoria e as pessoas adoecidas como um peso para o Estado, se torna a voz sensibilizadora e denunciadora da exclusão e da marginalização do doente.

Ela defende a saúde como um direito fundamental da pessoa, sem distinção de cor, raça, status ou credo. Contudo, para que a Pastoral da Saúde seja um trabalho organizado e fiel ao Evangelho da Vida, ela deve ser regida por diretrizes em consonância com a pastoral orgânica da Igreja.A Pastoral da Saúde atua em três dimensões que a configuram como uma pastoral diferente e mais abrangente que àquela anteriormente denominada de Pastoral do Enfermo. Sua abrangência chega a setores importantes da sociedade que têm um papel decisivo na política de saúde da nação. As dimensões são:

· Dimensão solidária: vivência e presença samaritana junto aos doentes e sofredores nas instituições de saúde, na família e na comunidade. Ela visa atender a pessoa integralmente nas dimensões física, psíquica, social e espiritual.

· Dimensão comunitária: visa a promoção e educação para a saúde. Relaciona-se com a saúde pública, atuando na prevenção das doenças. Procura valorizar o conhecimento, sabedoria e religiosidade popular em relação à saúde.

· Dimensão político-institucional: atua junto aos Órgãos e Instituições Públicas e Privadas que prestam serviço e formam profissionais na área da saúde. Zela para que haja reflexão bioética, formação ética e uma política de saúde sadia, para que os seus agentes sejam articuladores e fiscalizadores das decisões no setor saúde, participando ativamente dos Conselhos de Saúde.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

VOCÊ SABIA ?


Você sabia que existi uma pastoral, que trabalha especificamente, com pessoas detentas?

Pois é existe, e essa pastoral se chama, Pastoral Carcerário e eu dando um giro por alguns sites, descobri um pouco e resolvi publicar algo a respeito, eis um pouco do que é a PASTORAL CARCERÁRIO


A Pastoral Carcerária, conhecida em algumas regiões do Brasil como “Pastoral Presidiária” ou ainda “Pastoral Penal”, tem seu fundamento bíblico nas palavras de Jesus: “O Espírito do Senhor está sobre mim... enviou-me para proclamar a libertação aos presos...” (Lc 4,18).
E ainda: “Eu estava na prisão e vocês foram me visitar.” (Mt 25,36). A Igreja, fiel ao mandato de Jesus, sente-se responsável e comprometida com estes homens e por estas mulheres que, afastadas do convívio social, continuam sendo a imagem e semelhança do Cristo (cf. Gn 1,27; Cl 3,10).
A Pastoral Carcerária é a presença da Igreja no meio deles, levando “vida” e sempre se questionando sobre o que Jesus faria diante desta realidade tão complexa e dolorosa. Com esta atitude, ela foge do senso comum que diz:
“Eles estão lá porque merecem”, “Devem pagar por aquilo que fizeram” e outras afirmações que indicam o não empenho com a “sacralidade da vida”, opção fundamental da Igreja. Se é verdade que cada um deve pagar por seus erros, devemos admitir também que o atual sistema carcerário está longe de ser a solução.
Nesse panorama, a evangelização dos irmãos e das irmãs encarcerados, além de ser um direito, minimiza o problema da reincidência criminal dos presos que, deixando o cárcere e voltando para a sociedade, na maioria das vezes não encontram perspectivas de vida digna. É nesta situação que podem chegar ao desespero e voltar ao crime

Visitantes

Contador de acesso