sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Coisas que você não deve fazer na Missa e talvez não saiba

Pequenos detalhes que fazem a diferença e unem a Igreja


  1. Não chegar atrasado. Lembre-se de que Deus está esperando você para enchê-lo com o seu amor, dar o seu perdão e um abraço, falar ao seu ouvido, e dizer o que o você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando;
  2. Não usar roupas provocantes. Não use vestuário que possa chamar a atenção ou provocar (decote, minissaia e shorts);
  3. Não entre na igreja sem saudar o Senhor. Ao chegar, faça o sinal da cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou;
  4. Não tenha preguiça de fazer a reverência ou a genuflexão. Se você passar em frente ao altar, que representa Cristo, faça a reverência. Se passar pelo Sacrário, onde está Cristo, faça a genuflexão (tocar o chão com o joelho);
  5. Não masque chiclete nem coma ou beba. Só é permitida água e em caso de necessidade e por questão de saúde;
  6. Não cruze as pernas. O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso. O seu corpo deve expressar a sua devoção;
  7. A mesma pessoa não deve fazer a Leitura e o Salmo. Se você vir um só leitor ou leitora, ofereça-se para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes (dois no meio da semana e três aos domingos ou dias festivos, quando há a Segunda Leitura);
  8. Não adicione frases quando for fazer as Leituras e o Salmo. Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”;
  9. Nunca recite o Aleluia antecipadamente. Não se adiante para dizer “Aleluia, Aleluia”. Espere alguns segundos, pois, certamente, alguém o cantará. Se nem o padre nem ninguém cantar, omita-o, mas nunca o recite;
  10. Não faça o sinal da cruz na proclamação do Evangelho. Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito;
  11. Não responda no plural quando Credo é feito em forma de perguntas. Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “sim, cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “sim, creio”.
  12. Não recolha a oferta durante a Oração Universal. A oferta deve ser recolhida durante a apresentação dos dons, quando todos estão sentados e o padre agradece a Deus pelo pão e o vinho e purifica as mãos;
  13. Não se levante durante a apresentação dos dons. Às vezes, alguém se levanta e, por impulso, outros também ficam de pé. Talvez, ao ver o padre levantar o cálice e a hóstia, as pessoas pensam que já é a Consagração. Mas não é;
  14. Não se ajoelhe logo depois do “Santo”. É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É neste momento que se deve ajoelhar-se (se houver sino, ajoelhe-se quando ele soar);
  15. Não ficar sentado durante a Consagração. Se você não consegue se ajoelhar, fique de pé, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente no altar;
  16. Não dizer nada em voz alta durante a Consagração. Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor, Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio;
  17. Não diga em voz alta: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo…”. Só quem deve dizer isso é quem preside a Missa;
  18. Não saia do seu lugar para ir dar a Paz. Você só deve cumprimentar quem está perto de você, não outras pessoas, em outros bancos. Tampouco deve aproveitar para ir felicitar alguém ou dar pêsames;
  19. Se você não estiver preparado, não comungue. Você deve ter guardado o jejum eucarístico (não ter comido nem bebido nada uma hora antes de comungar) e não ter pecado grave;
  20. Não fazer somente uma fila de Comunhão (a do padre). Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se é a hóstia segurada pelo padre ou por um Ministro Extraordinário da Eucaristia, que é uma pessoa preparada e autorizada pela Igreja para distribuir a Comunhão na Missa e levá-la aos idosos e enfermos;
  21. Depois de comungar, não converse com os outros. Volte ao seu lugar e fale com o Senhor. Se você não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele;
  22. Quando terminar a distribuição da Comunhão, não continuar cantando. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus;
  23. Desligue o celular. Não fique mandando mensagens ou falando ao celular durante a Missa, pois isso distrai você e os outros. Dedique sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção Dele a você;
  24. Não perca as crianças de vista. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa;
  25. Não saia antes que a Missa termine. Não perca a bênção fina, através da qual o padre o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar o mundo, seu Reino de amor.

Artigo originalmente publicado por Desde la fe, traduzido e adaptado ao português por Aleteia.
Fonte do texto: https://pt.aleteia.org/2018/01/16/coisas-que-voce-nao-deve-fazer-na-missa-e-talvez-nao-saiba/
Fonte da Imagem: http://3.bp.blogspot.com/-plM4Tn9QFNc/Vq7Ne-CqnAI/AAAAAAAAAAo/ZdcBCCfE3tM/w1200-h630-p-k-no-nu/prayer.JPG

quarta-feira, 29 de março de 2017

Programação da Semana Santa na Paroquia de Umarizal-RN




A Semana Santa é tempo de misericórdia do Pai, da ternura do Filho e do amor do Espírito Santo. Uma semana chamada santa porque nos leva diretamente ao mistério da Paixão, Morte e
Ressurreição de Cristo. 

Cada um desse acontecimentos tem um conteúdo eminentemente profético e salvífico. Nós, fiéis cristãos verdadeiramente apaixonados por Jesus Cristo, não podemos deixar de acompanhar ativamente a Liturgia da Semana Santa. Agradeça à Jesus sua paixão por nós.
Passemos está última semana de sua vida terrena com Ele, num último gesto de amor e amizade, recolhidos em oração fervorosa e contemplação profunda, de modo que a Páscoa do Senhor seja um dia verdadeiramente “novo” para nós.
Saiba mais sobre o significado de cada celebração da Semana Santa e participe com sua comunidade deste tempo litúrgico de grande riqueza para toda a Igreja.

Programação da Semana Santa/2017 Paróquia do Sagrado Coração de Jesus Local: Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus

09/04/2017 – DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR
7h00: Bênção e Procissão dos Ramos saindo de frente ao Cemitério, seguindo até a Igreja Matriz, onde celebraremos a Santa Missa (nesta celebração faremos a Coleta da CF 2017, fruto de nossas renúncias feitas na quaresma).

• 10/04/2017 – SEGUNDA-FEIRA SANTA8:h00: Confissão individual;
10h00: Missa;
19h00: Encontros da CF em famílias.

• 11/04/2017 – TERÇA-FEIRA SANTA
8h:00: Visitas aos Doentes;
19h00: Terço das famílias na igreja matriz

12/04/2017 – QUARTA-FEIRA SANTA
8h00: Confissão Individual;
17h00: Missa da bênção dos alimentos;
19h00: Procissão do Encontro e Celebração Penitencial (trazer velas para a procissão).

• 13/04/2017 – QUINTA-FEIRA SANTA – DIA DA ENTREGA
9h:00 – Missa dos Santos Óleos na Catedral de Santa Luzia em Mossoró;
19h00: Missa da Ceia do Senhor – Instituição da Eucaristia, Lava-Pés, Início do Tríduo Pascal; 
20h30 a 00h00: O Salão Paroquial ficará aberto para horas de Vigília e Adoração Eucarística com o Senhor Jesus.

• 14/04/2017 – SEXTA-FEIRA SANTA – PAIXÃO DO SENHOR – CELEBRAÇÃO DA VITÓRIA SOBRE A MORTE
16h:00 – Celebração da Paixão do Senhor
17h:00 - Via Sacra pelas ruas do Centro saindo da Igreja Matriz;

• 15/04/2017 – SÁBADO SANTO – SEPULTURA DO SENHOR – DESCIDA DE JESUS À MANSÃO DOS MORTOS
21h00: Solene Vigília Pascal (todos deverão trazer velas para a renovação das Promessas Batismais);

• 16/04/2017 – DOMINGO – PÁSCOA DO SENHOR
7h:00: Missa da Páscoa;
19h00: Missa da Páscoa;

sábado, 4 de março de 2017

Programação da Quaresma para essa semana, na paróquia


05/03/2017 – (1º domingo da quaresma)
07:00h – Missa na Igreja Matriz do S.C.J;
19:00h – Missa na Igreja Matriz do S.C.J;

06/03/2017 – (segunda-feira)
10:00h – Missa na Igreja Matriz do S.C.J;

07/03/2017 – (terça-feira)
19:00h – Terço da Mulheres do S.C.J;

08/03/2017 – (quarta-feira)
17:00h – Missa da Benção dos Alimentos na Igreja Matriz do S.C.J;
19:00h – Terço dos Homens na Igreja Matriz do S.C.J;
19:00h – Encontros da CF nas famílias;

09/03/2017 – (quinta-feira)
08:00h – Adoração do Santíssimo na Igreja Matriz do S.C.J;
09:00h – Confissões Individuais na Igreja Matriz do S.C.J;
19:00h – Encontro de Oração da RCC na Igreja Matriz do S.C.J;

10/03/2017 – (sexta-feira)
19:00h – Via Sacra na Comunidade do Bairro Caraíbas;

Reflexão do dia: Acredite em você!


Quando acreditamos em nós, não é para nos colocarmos acima das outras pessoas, fazendo-nos melhores que elas, mas sim para que deixemos sair do nosso interior todo o potencial que Deus colocou em nós ao nos criar.
Invista seu tempo naquilo que Deus projetou para você! Se quisermos viver a vida do outro, não nos realizaremos como pessoas. Nossa maior aventura é vivermos os planos do Senhor em nossa vida.
FONTE: http://clube.cancaonova.com/sorrindo-para-a-vida/felicidade-esta-em-viver-os-sonhos-de-deus/

quinta-feira, 2 de março de 2017

Mensagem do Papa para a Quaresma pede que fiéis abram as portas do coração aos mais pobres


A Palavra é um dom. O outro é um dom



Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

1. O outro é um dom

A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

2. O pecado cega-nos

A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

3. A Palavra é um dom

O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro – Festa do Evangelista São Lucas – de 2016.
Francisco


Com informações da rádio Vaticano e foto: AP

FONTE DO TEXTO: http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20367:mensagem-do-papa-para-a-quaresma-pede-que-fieis-abram-as-portas-do-coracao-aos-mais-pobres-2&catid=147:internacional&Itemid=185

Hino da Campanha da Fraternidade 2017 oficial com letra

Coletiva de imprensa apresenta Campanha da Fraternidade 2017 sobre biomas brasileiros e defesa da vida em Mossoró- RN


“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” é o tema da Campanha da Fraternidade de 2017, momento no qual toda a Igreja vai promover reflexões sobre a nossa relação com a criação, despertando para o cuidado e preservação da natureza como nos pede o Papa Francisco na Encíclica Laudato Si. O bispo Diocesano Dom Mariano Manzana apresentou hoje,02, a CF 2017, no Horto Florestal, viveiro de mudas criado em 1998, com objetivo de preservar espécies nativas e reflorestamento. Contou com a assessoria do engenheiro agrônomo e analista de extensão da Emater Mossoró, Victor Hugo Pedraça Dias.

O lançamento contou com a presença de sacerdotes, representantes de pastorais, imprensa mossororense, estudantes do Colégio Diocesano Santa Luzia e do Colégio Sagrado Coração de Maria, além da prefeita Rosalba Ciarlini, vice-prefeita Nayara Gadelha, dos vereadores Izabel Montenegro, Maria das Malhas, Emílio Ferreira, Ozaniel Mesquita, Sandra Rosado, Alex Moacir, Manoel Bezerra, Flávio Tácito e Didi de Arnôr, do deputado federal Beto Rosado,da deputada estadual Larissa Rosado e dos secretários municipais

FONTE: http://www.diocesedemossoro.com/2017/03/coletiva-de-imprensa-apresenta-campanha.html

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