domingo, 19 de junho de 2011

O "tempo comum" para a igreja


O Tempo Comum é um período do Ano litúrgico de trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade, os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos. Missa no Tempo Comum: a cor usada é o verde, que significa que os cristãos devem ser fortes como o pinheiro, que é a árvore mais forte entre todas.

O Tempo Comum é o período mais extenso do ano litúrgico: 33 - 34 semanas distribuídas entre a festa do Batismo de Jesus até o começo da Quaresma e as outras semanas entre a segunda-feira depois de Pentecostes e o início do Advento
Este tempo existe não para celebrar algum aspecto particular do mistério de Cristo mas para celebrá-lo em sua globalidade, especialmente em cada Domingo (cf. NALC 43: Normas gerais sobre o Ano litúrgico e o Calendário); durante este tempo se aprofunda e se assimila o mistério de Cristo que se insere na vida do povo de Deus para torná-la plenamente pascal;

O elemento principal e mais forte do Tempo Comum é o Domingo, que surgiu antes mesmo da celebração anual da Páscoa. Era o único elemento celebrativo no correr do ano: a grande celebração semanal do Mistério Pascal de Cristo. É, pois, um tempo marcadamente caracterizado pelo Domingo, quer pela teologia, quer pela espiritualidade.

Os meses temáticos do Ano Litúrgico não fazem parte do calendário e nunca suas celebrações sobrepõem àquelas contidas no Domingo. Os meses Vocacional, da Bíblia, das Missões, a Campanha da Fraternidade e outras comemorações ajudam na madura adaptação e criatividade nas celebrações mas nunca são superiores à mística da liturgia dominical.

Não se podem contrapor os chamados "tempos fortes" ao Tempo Comum, como se este tempo fosse um tempo fraco ou inferior. É o tecido concreto da vida normal do cristão, fora das festas, e pode ver-se nele a comemoração da presença de Cristo na vida quotidiana e nos momentos simples da vida dos cristãos.

Duas fontes são importantes para a espiritualidade e força do Tempo Comum: Os Domingos e os tempos fortes. O Tempo Comum pode ser vivido como prolongamento do respectivo tempo forte. Vejamos: a primeira parte do TC, iniciada após a Epifania e o Batismo de Jesus, constitui tempo de crescimento da vida nascida no Natal e manifestada na Epifania. Esta vida para crescer e manifestar-se em plenitude e produzir frutos, necessita da ação do Espírito Santo que age no Batismo do Senhor. A partir daqui Jesus começa a exercer seu poder messiânico. Também a Igreja: fecundada pelo Espírito ela produz frutos de boas obras;

A composição dos anos em "A", centrado em Mateus; "B", centrado em Marcos; "C", centrado em Lucas, com inserções de João presente nos diversos ciclos especiais, ajuda enormemente a magnitude do Tempo Comum;

No Tempo Comum temos algo semelhante ao recomeçar por volta do 9º Domingo, imediatamente depois de Pentecostes: a vida renasce na Páscoa e desenvolve-se através do Tempo Comum, depois de fecundado pelo Espírito em Pentecostes. A força do Mistério Pascal é vivida pela Igreja através dos Domingos durante o ano que amadurece os frutos de boas obras, preparando a vinda do Senhor. O Tempo Comum termina sempre com a solenidade de Cristo Rei. É o modo mais significativo de encerrar a caminhada, celebrando a realeza de Jesus Cristo.

Durante o Ano Litúrgico o culto à Nossa Senhora e aos Santos é integrado na Liturgia, enriquecendo a participação dos fiéis. É claro que toda ação litúrgica é dirigida ao Pai, por Cristo, que é o centro. É sempre o Mistério Pascal que se conta e evidencia. Deus fez maravilhas através dos Santos e de Maria que depois do Senhor ocupa um especial lugar na vida da Igreja e em seu culto. Maria revela o mistério de Cristo e da Igreja de maneira forte e eficaz. Seu culto não é algo paralelo e independente; está integrado ao Mistério Pascal; em Maria a Igreja vive o mistério de Cristo.

Algumas solenidades são celebradas no Domingo, por exemplo, a da Santíssima Trindade, e outras, como a Assunção de Nossa Senhora e Todos os Santos, quando transferidas do seu dia próprio. As festas referentes à pessoa de Jesus, quando caem no domingo, são celebradas no Domingo e também a Comemoração de todos os fiéis defuntos (2 de novembro).

O Tempo Comum nos convida a descobrir nas pequenas coisas do dia-a-dia, aparentemente comuns, a sua ligação com Jesus Cristo: a oração, o trabalho, as obras de misericórdia, a ação social. De segunda a sábado, devemos estar atentos para percebermos os grandes dons de Deus em nossas vidas. Se agirmos assim, os Domingos do Tempo Comum se tornarão momentos fortes em nossa vida de fé.

sábado, 11 de junho de 2011

ENCONTRO DO BISPO DOM MARIANO COM OS JOVENS

Na quarta-feira dia 8 de Junho, foi a vez da juventude e da RCC de Umarizal, se encontrar com o bispo diocesano Dom Mariano Manzana, na quadra da escola Estadual, Zenon de Sousa, o encontro, contou com um grande número de jovens e integrantes da Renovação Carismática Católica de Umarizal. Participou também, do momento, os coordenadores da pastoral da Juventude a nível de diocese, o Nelinho e o seminarista Murilo, que atuam na pastoral no momento. O grupo de Oração Cristo Vivo, junto com Tiago animou o momento fazendo uma grande festa.







domingo, 5 de junho de 2011

ABERTURA DA VISITA PASTORAL DE UMARIZAL

Em Umarizal, começa a Visita Pastoral, com grande alegria, e a cidade se preparou com muito entusiasmo, para acolher com grande afeto o Bom Pastor diocesano, Dom Mariano Mazana, com grande multidão na entrada da cidade. Onde por volta das 18 horas saíram em grande procissão ate a matriz do Sagrado Coração de Jesus para o ato civil e depois a missa de abertura.

CONFIRA AS FOTOS DA ABERTURA DA VISITA PASTORAL DE UMARIZAL





CARREATA EM PREPARAÇÃO DA VISITA PASTORAL

A cidade de Umarizal, amanheceu hoje 5 de Junho, com muita alegria e com muito entusiasmo, num grito de despertar, em preparação da acolhida do bispo da nossa diocese, o Dom Mariano Manzana, onde uma pequena multidão saiu as ruas da cidade, em carreata, lembrando aos paroquianos do Sagrado Coração de Jesus para se prepara para a Visita Pastoral na nossa cidade que acontecerá de 05 a 12 de Junho de 2011.
Na ocasião deixamos para os leitores do nosso blog o registro fotográfico do momento.

CONFIRA AS FOTOS CEDIDAS POR NELIANE PAIVA







sexta-feira, 3 de junho de 2011

Expectativa da vinda do Senhor


Os apóstolos, inspirados pelo Espírito Santo, viviam na expectativa da vinda do Reino de Deus, o que impulsionou a Igreja Primitiva, dando força, coragem e ânimo para evangelizar com dinamismo e contínua urgência.
Eles viviam a iminência da vinda do Reino de Deus, por isso Deus pôde realizar grandes maravilhas nessa fase da Igreja. Os apóstolos não imaginavam que fossem necessários tantos séculos, nem sabiam da existência de outros continentes. Não sabiam também que Deus teria muitos filhos e filhas, que somos nós, que eram escolhidos e tinham lugar no seu Reino. Para isso era preciso tempo: todo esse tempo até os dias de hoje.
O Senhor quer que vivamos nessa expectativa. Ele suscita em nossos corações o desejo de ver a Sua vinda gloriosa.

Deus te abençoe

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sagrado Coração de Jesus: referência de amor


Mês de junho,mês santíssimo, tão celebrado por grandes solenidades: do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo = Corpus Christi (a celebração da presença de Jesus Cristo em sua Igreja no Sacramento da Eucaristia), do Sagrado Coração de Jesus (a imagem do Amor humano-divino que se entregou inteiramente na Cruz) , do Imaculado Coração de Maria (a beleza de Deus), de Santo Antonio (maior pregador do Evangelho), de São João Batista (o precursor) , de São Pedro e São Paulo (colunas da Igreja que com muita força e a ousadia da fé, anunciaram com ardor missionário o Evangelho de Cristo ao mundo).

O mês de junho é devotamente consagrado ao Coração de Jesus, é o Coração de Jesus que se abre largamente para nos acolher. A festa do Coração de Jesus, é a festa do amor, esta festa leva-nos ao Calvário, na contemplação do Coração ferido pela lança do soldado, Coração que amou os homens até consumir-se para lhes testemunhar o seu amor. Tem seu fundamento no amor de Deus pelos homens. É no Coração aberto de Cristo que podemos ler a maior declaração do amor de Deus por nós. É no Coração de Cristo, Homem e Deus, que “o Pai nos ama com amor humano e nós podemos amar a Deus com amor divino”.

O Apostolado da Oração surgiu com a finalidade de expandir o culto e a devoção ao Coração de Jesus. O Apostolado da Oração transpôs rapidamente os mares, espalhando-se pelo mundo cristão chegando também ao nosso Brasil. Invenções de Deus: o Amor desenhado e identificado nos corações com o Coração de Jesus. O Coração de Jesus é Rei e Centro de todos os corações. Mergulhar no amor infinito que nos dá a liberdade de filhos amados do Pai, que nos criou para as coisas do alto, aquelas que duram eternamente.

Junho, mês de rezar pelos sacerdotes


A intenção indicada por Bento XVI ao Apostolado da Oração para o mês de junho é: “Para que os sacerdotes, unidos ao Coração de Cristo, sejam sempre verdadeiras testemunhas do amor solícito e misericordioso de Deus”.
O Apostolado da Oração é uma associação formada por quase 50 milhões de pessoas nos cinco continentes. A organização é composta por leigos católicos com a finalidade da santificação pessoal e a evangelização, sempre através da oração e da oferta das atividades diárias . Surgiu num colégio da Companhia de Jesus na França e difundiu-se em todo o mundo. Atua na evangelização das famílias e tem uma devoção especial ao Sagrado Coração de Jesus. Junho é tradicionalmente o mês dedicado pela Igreja ao Sagrado Coração de Jesus. Além da intenção geral, Bento XVI propõe também uma intenção missionária: “Para que o Espírito Santo faça ressurgir em nossas comunidades numerosas vocações missionárias, dispostas a consagrar-se plenamente a difundir o Reino de Deus”.


Fonte: Blog da Diocese de Mossoró

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