quinta-feira, 11 de novembro de 2010

COMO ANDA NOSSO RELACIONAMENTO COM DEUS?


Não é engraçado como uma hora é tão longa quando servimos a Deus, mas tão curta quando assistimos um jogo de futebol?
Não é engraçado como R$10,00 parece tanto quando o levamos à Igreja e tão pouco quando vamos ao supermercado?
Não é engraçado como duas horas na Igreja parecem mais longas do que quando assistimos um filme?
Não é engraçado como não achamos as palavras quando rezamos, mas elas estão sempre na ponta da língua para conversarmos com um amigo?
Não é engraçado como ficamos excitados quando um jogo vai para a prorrogação, mas reclamamos quando o sermão ou o exame de consciência dura mais que o normal?
Não é engraçado acharmos cansativo ler um capítulo da Bíblia, mas achar fácil ler 100 paginas do último romance de sucesso?
Não é engraçado como me preocupo com o que os outros pensam de mim, mas não estou nem aí para o que DEUS pensa de mim?
Não é engraçado como queremos sempre as cadeiras da frente no teatro ou num show, mas sempre sentamos no fundo da Igreja?
Não é engraçado como precisamos de 2 ou 3 semanas de antecedência para agendar um compromisso na Igreja, mas para outros programas estamos sempre disponíveis?
Não é engraçado como temos dificuldade de aprender a evangelizar, e como temos facilidade de aprender e contar a última fofoca?
Não é engraçado como acreditamos em tudo o que os jornais dizem, mas questionamos o que a Bíblia diz?
Não é engraçado como alguém pode estar tão empolgado por Cristo no domingo, mas ser um Cristão “invisível” no resto da semana?
Não é engraçado como todo mundo quer ir para o céu, mas desde que não tenha que acreditar, dizer ou fazer nada?
Não é engraçado como temos plena confiança na palavra do cientista, do médico, do advogado... mas às vezes contestamos a Palavra da Igreja?
Não é engraçado como gostamos do Papa, mas não levamos a sério o que ele nos pede em matéria de moral e de ética?
Não é engraçado como certos católicos pouco lêem a Bíblia, não se preocupam em conhecer sua religião e sua Igreja, falam que o padre gosta de dinheiro, não freqüentam a Igreja, mas, depois que viram Protestantes, em poucos dias são professores de Bíblia, já conhecem bastante a Igreja Católica para poder falar mal dela, pagam religiosamente o dízimo, sem achar que o Pastor está explorando, não sentem enfado a participar todo dia do culto.
Não é engraçado achar que para mudar de vida seja necessário mudar de igreja?
Não é engraçado ele não ter coragem de reconhecer que estava errado e prefere afirmar que era a Igreja que não estava certa?
Não é engraçado rezar “perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” e não sermos capazes de perdoar?
Não é engraçado como as mentiras tem pernas curtas, mas conseguem andar tanto?
Não é engraçado como muitos jovens são ciosos de seus pertences, mas entregam sua virgindade a qualquer um?

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011

Tema: "Fraternidade e a vida no planeta"
Lema "A criação geme em dores de parto".

Cartaz da campanha da Fraternidade 2011



O cartaz da Campanha da Fraternidade 2011 já foi escolhido. Após um concurso promovido pelo Setor Comunicação Social da CNBB, que selecionou 57 cartazes, o Conselho Episcopal Pastoral da CNBB escolheu o cartaz que será um dos carros-chefes da próxima campanha.

A arte do cartaz foi idealizada por um grupo de seis estudantes do 5º período de publicidade da PUC de Campinas. Segundo um dos membros do grupo, Valdir Gomes Gameleira Júnior, a escolha de sua peça é importante devido a importância social que tem a Campanha da Fraternidade. "Do ponto de vista profissional, a escolha de nosso cartaz é importante porque acrescenta ao nosso portfolio", disse.

Esta não é a primeira vez que alunos da PUC-Campinas vencem o concurso. "A Campanha da Fraternidade gera bastante expectativa nos alunos de publicidade da PUC-Campinas, que já entram na faculdade sabendo que, no 5º período, a gente participa do concurso", explica o estudante. A PUC mantém a Agência de publicidade IGLOO Comunicação Criativa, que funciona como um laboratório para os alunos.

Participam do grupo vencedor os alunos Fernando Henrique Novais, João Gabriel Godoy G. Pinheiro, Fábio Pellicer Siqueira, Ana Carolina Angelotti, Luís Guilherme Valim e Valdir Gomes Gameleira Júnior.

A Campanha da Fraternidade 2011 tem como tema "Fraternidade e a vida no planeta" e lema "A criação geme em dores de parto".



Escolhida música do hino da Campanha da Fraternidade de 2011

A letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2011 já havia sido escolhida através de concurso realizado, de Setembro a Dezembro de 2009. Agora foi escolhida a música. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu mais de 80 músicas e a escolha foi feita por uma equipe formada por profissionais da área litúrgico-musical e homologada pelos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep).

O assessor de músicas da CNBB, padre José Carlos Sala, ressalta a riqueza das composições e a grande diversidade musical, própria da realidade cultural de nosso país. "A letra do hino tem profunda fundamentação bíblica, é um convite à reflexão sobre as agressões à vida no planeta e um impulso maior ao cuidado da vida. Nossa mãe terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto essa dor? Ou simplesmente agonia?! Vai depender só de nós!", destaca o assessor, citando um dos trechos do hino da CF 2011.

Desde 2006, por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep), o CD da Campanha da Fraternidade traz o hino e o repertório quaresmal correspondente a cada ano.

Segundo o padre Sala, o hino poder ser executado nas celebrações, a critério da equipe de celebração e de quem preside. "Por exemplo, em algum momento da homilia - o que facilitará a vinculação da liturgia da palavra com a vida (tema da CF) - ou nos ritos finais, no momento do envio".

A Campanha da Fraternidade 2011 tem como tema: Fraternidade e a vida no planeta, lema: "A criação geme em dores de parto." (Rm 8,22). A letra do hino foi composta pelo padre José Antônio de Oliveira, e a música é de Casimiro Nogueira. A CNBB agradece a todos aqueles que colocaram seus dos poéticos e musicais participando do concurso do Hino da CF 2011.

Lançado CD do Hino da Campanha da Fraternidade 2011



A gravadora Paulus acaba de lançar o CD com o Hino da Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”, e os cantos quaresmais para o Ano A (2011). O trabalho traz o hino da CF e o repertório quaresmal correspondente a cada ano. As livrarias católicas de todo o país venderão o CD que acompanha o material da CF-2011.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

PEREGRINAÇÃO DA IMAGEM DE SANTA LUZIA DE UMARIZAL


As comunidades de Santa Luzia Lalins, convidam vocês para participar da festa de Santa Luzia 2010, que acontecerá de 10 á 13 de Dezembro do recorrente ano.
E em preparação a festa, a imagem de Santa Luzia já anda em peregrinação nas famílias e nas casas dos idosos, sob cordenação de Nilsinho e D. Gelsa, você é um convidado especial a participar da festa e das orações a padroeira.

Pontifício Conselho para a Cultura discute novas linguagens da comunicação


“Cultura da comunicação e novas linguagens”. Este é o tema da Assembleia Plenária que o Pontifício Conselho para a Cultura realizada nos dias 10 e 13 de novembro em Roma. O evento pretende contribuir para a definição do vocabulário mais indicado para a Igreja se comunicar com o mundo exterior. Em entrevista à Rádio Vaticano, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, dom Gianfranco Ravasi, comentou que o objetivo da assembléia é “estudar a comunicação a um nível superior, teórico, estrutural”, para depois se poder passar “aos conteúdos do próprio diálogo, uma vez encontrada a sintonia nas linguagens”. O Pontifício Conselho vai fazer a inauguração da Assembleia Plenária, de forma inédita, a partir do Capitólio, na Câmara Municipal de Roma.

É preciso querer!


É preciso querer!
Mas, o querer deve ser amor,
e nada mais é o amor senão a caridade da Trindade
que ao revelar sua vontade, exalta ao máximo a nossa liberdade
e nos preenche completamente com sua eternidade!

E se você não quiser? Viche meu filho, a coisa vai ficar preta, e mais preta que urubu de luto. Sabe por que? Bem, porque quem não quer é bicho, quem não tem vontade é porque já morreu e esqueceram de enterrar, é porque virou uma marionete das paixões, das ocasiões, das circunstâncias, do que pensam, bem, sei lá do que mais! Quem nada quer virou aquelas pontes que ligam nada a lugar nenhum, em suma, uma poliesculhanbose generalizada e difusa de uma avião que decola e não sabe pra onde vai, um carro que circula o quarteirão até acabar toda a gasolina e se o carro for à gás aí é que a coisa piora porque a criatura vai ficar tonta de tanto rodar. Ta ligado, entendeu porque é preciso querer? Complete Piration!
Objetivos, metas, rumos, bem isso é preciso definir na vida. Caso contrário, bem, sem comentário!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

* Bento XVI à Europa: “Deus não é inimigo do homem”


“A Europa deve abrir-se a Deus, ir ao seu encontro sem medo”: esta é a grande mensagem lançada pelo Papa Bento XVI na viagem a Santiago de Compostela, evocando novamente o “Europa, seja você mesma”, de João Paulo II, neste mesmo lugar, há 18 anos.
Diante das 7 mil pessoas que puderam estar na Plaza del Obradoiro e das milhares que puderam acompanhar a celebração através dos telões espalhados em vários pontos da cidade, o Papa quis recordar que Deus “não é o inimigo do homem”.

“É uma tragédia que, na Europa, sobretudo no século XIX, se afirmasse e divulgasse a convicção de que Deus é o antagonista do homem e o inimigo da sua liberdade.”

“Deus é a origem do nosso ser, alicerce e cume da nossa liberdade, não seu opoente – sublinhou o Papa. Como é possível que se tenha feito silêncio público sobre a realidade primeira e essencial da vida humana?”

“Os homens não podem viver na escuridão, sem ver a luz do sol. E, então, como é possível que se negue a Deus, sol das inteligências, força das vontades e ímã dos nossos corações, o direito de propor essa luz que dissipa todas as trevas?”, perguntou-se o Papa.

Frente a um paganismo que propugna uma visão de um Deus invejoso e contrário ao homem, afirmou, “é necessário que Deus volte a ressoar alegremente sob o céu da Europa”.

É necessário também que o nome de Deus, “essa palavra santa, não seja jamais pronunciada em vão; que não se perverta, fazendo-a servir a fins que lhe são impróprios”.

“É preciso que seja proferida santamente. É necessário que a percebamos assim na vida de cada dia, no silêncio do trabalho, no amor fraterno e nas dificuldades que os anos trazem consigo.”

Nova evangelização

Por isso, o Papa sublinhou que “a contribuição específica e fundamental da Igreja para essa Europa, que percorreu no último meio século um caminho rumo a novas configurações e projetos”, é “que Deus existe e que é Ele quem nos deu a vida”.

“Somente Ele é absoluto, amor fiel e indeclinável, meta infinita que se transluz detrás de todos os bens, verdades e belezas admiráveis deste mundo; admiráveis, mas insuficientes para o coração do homem.”

A Europa, acrescentou o Papa, “deve abrir-se a Deus, ir ao seu encontro sem medo, trabalhar com sua graça por aquela dignidade do homem que haviam descoberto as melhores tradições: além da bíblica, fundamental nesta ordem, também as de época clássica, medieval e moderna, das quais nasceram as grandes criações filosóficas e literárias, culturais e sociais da Europa”.

A cruz dos caminhos de Santiago, afirmou, “supremo sinal do amor levado até o extremo, e por isso dom e perdão ao mesmo tempo, deve ser nossa estrela orientadora na noite do tempo”.

“Não deixeis de aprender as lições desse Cristo das encruzilhadas dos caminhos e da vida, nas quais Deus vem ao nosso encontro como amigo, pai e guia.”

“Ó cruz bendita, brilhai sempre nas terras da Europa!”, exclamou Bento XVI.

A seguir, o Papa quis advertir a Europa sobre o perigo de viver de costas para Deus.

“Permiti que eu proclame daqui a glória do homem; que advirta sobre as ameaças à sua dignidade pela espoliação dos seus valores e riquezas originais, pela marginalização ou a morte infligidas aos mais fracos e pobres – afirmou. Não se pode dar culto a Deus sem velar pelo homem, seu filho, e não se serve o homem sem perguntar-se quem é seu Pai e responder à pergunta por ele.”

“A Europa da ciência e das tecnologias, a Europa da civilização e da cultura, tem que ser, ao mesmo tempo, a Europa aberta à transcendência e à fraternidade com outros continentes, ao Deus vivo e verdadeiro, a partir do homem vivo e verdadeiro.”

“Isso é o que a Igreja deseja oferecer à Europa: velar por Deus e velar pelo homem, a partir da compreensão que de ambos nos é oferecida em Jesus Cristo”, disse o Papa.

Por isso, convidou os cristãos a “seguir o exemplo dos apóstolos, conhecendo o Senhor cada dia mais e dando um testemunho claro e valente do seu Evangelho”.

“Não existe maior tesouro que possamos oferecer aos nossos contemporâneos”, sublinhou Bento XVI aos presentes.

Espírito de serviço

Para os discípulos que querem seguir e imitar Cristo, afirmou, “servir os irmãos já não é uma mera opção, mas parte essencial do seu ser”.

O serviço que os cristãos estão chamados a dar “não se mede pelos critérios mundanos do imediato, do material e do vistoso, mas porque se faz presente o amor de Deus a todos os homens e em todas as suas dimensões, e dá testemunho d’Ele, inclusive com os gestos mais simples”.

O Pontífice se dirigiu especialmente aos jovens, convidando-os a seguir este caminho, “para que, renunciando a um modo de pensar egoísta, de curto alcance, como tantas vezes vos propõem, e assumindo o de Jesus, possais realizar-vos plenamente e ser semente de esperança”.

Também se dirigiu aos “chefes dos povos”, recordando que, “onde não há entrega aos demais, surgem formas de prepotência e exploração que não dão espaço para uma autêntica promoção humana integral”.

“Isso é o que nos recorda também a celebração deste Ano Santo Compostelano. E isso é o que, no segredo do coração, sabendo-o explicitamente ou sentindo-o sem saber expressá-lo com palavras, vivem tantos peregrinos que caminham a Santiago de Compostela para abraçar o Apóstolo.”

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SERA QUE PODEMOS AMAR QUEM NÃO CONHECEMOS AINDA?


Para amar e falar de uma pessoa, precisamos antes conhecê-la, a fim de não corrermos o risco de afirmar o que não é real. Cada um tem uma experiência diferente com a mesma pessoa, por isso é importante que façamos uma experiência própria.

Da mesma forma, talvez você já tenha escutado muitas coisas sobre Jesus, mas eu lhe pergunto: Você já teve um encontro pessoal com Ele, já conversou com Ele e já O escutou? Só podemos declarar que a laranja está doce se a experimentarmos, não é verdade?

“Provai e vede como o Senhor é bom. Feliz o homem que se refugia junto dele” (Sl 33,9).

Se você ainda não provou a bondade de Deus, é preciso prová-la, e se já a provou, é preciso fazer essa experiência cada vez mais, sobretudo nos momentos de adversidade e tribulação, porque: “Jesus, tendo Ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação” (Hb 2,18).

Rezemos ao longo de todo este dia:

Jesus, eu confio em Vós!

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